Que palavra define?

16 05 2011

Tenho pensado muito nessa pergunta ultimamente.

Na verdade escrevi muita coisa aqui… e resolvi apagar quase tudo, quero resumir em ‘poucas’ linhas.

Minha mãe sempre diz que a gente colhe o que planta. Há uns tempos (algumas coisas eu poderia até me arriscar a dizer “há um tempão”) resolvi dar um up e renovar TUDO por aqui.

Foi assim que terminei a faculdade, comecei a namorar o Tiê, larguei um emprego que não tinha nada a ver com os meus estudos, comecei uma pós-graduação, fiz 1001 cursos, estudei sobre 1001 coisas, fundei um projeto com um amigo, e…

…terminei a pós-graduação com menção máxima, trabalhei em um dos veículos mais conceituados do interior de SP, trabalho hoje em uma equipe que vai me acrescentar muito e com alguns clientes que permitirão que a minha criatividade e meu conhecimento sejam colocados em prática.

Comemorei na semana passada 1 ano de #POB, com direito a bolo, banda, vídeo-vida, chopp em dobro, brindes, degustações e a presença de mais de 100 colegas profissionais da área de comunicação, entrei para a nova diretoria da APP Sorocaba (Associação de Publicitários e Propagandistas) para tirar do papel todas as ideias que tivemos nesses 12 meses de #POB.

Iniciei a by Secrets, um projeto para o público feminino que mistura consultoria, produtos, eventos, conhecimento e incentivo às mulheres se cuidarem mais e da maneira correta, contando com as marcas Mary Kay, Victoria’s Secret e HotFlowers… Em menos de um trimestre já batemos a meta, já fui reconhecida pela Mary Kay e já temos mais de 100 clientes! Isso… para o nosso início empreendedor, é excelente.

Ver amigos antigos próximos e novos amigos mais próximos ainda são coisas muito boas. Estar rodeada de pessoas que querem me ajudar, me fazer bem… não tem preço. Me sinto mais protegida.

Acompanhar meus pais trabalhando um monte, decorando a casa “nova”, tirando férias juntos no maior estilinho romântico e me dar muito bem com eles está sendo fundamental.

Meus avós se distraindo, minha avó pintando toalhinhas de tecido, fazendo aula de artesanato e mostrando as coisas que ela faz… além do meu avô que tá transformando esse quintal em uma floresta toda colorida e repleta de flores e pés de frutas exóticas!

E, após quase 5 anos com o Rórte, conseguimos comprar o nosso 1º apartamentozinho (ainda na planta) que iniciará uma outra fase que começaremos a planejar em breve. Além da nossa super economia para os planos para o futuro… Pensando na gente, no Doug e no Skitter, no tamanho do sofá que precisaremos comprar e até no macacãozinho de time que iremos escolher quando começarmos a encomendar os ranhentos, os 6 ranhentos. (L)

Tava pensando em voltar para o inglês e em iniciar uma faculdade de Jornalismo. Preciso renovar meu currículo também.

Não preciso nem falar que estou radiante, né? Essa sensação de “tudo estar dando certo” é boa demais. Algumas coisas ainda incomodam e esperam que se resolvam… Mas fazia muito tempo que eu não sentia isso por aqui.

E a palavra que define? Ainda não sei explicar…

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Saudades da época do inferninho…

7 02 2011

2003, 2004, 2005, 2006… E a gente trabalhava das 8 às 18h, estudava das 19h às 22h40, de segunda à sexta-feira.

Nos e-mails só rolava “PUB, PUB, PUB“.

Todo sábado, lá pelas 21 horas, era sagrado! Parava tudo, tomava um banho, escolhia a roupa, fazia aquela maquiagem, uma chapinha caprichada, escolhia o perfume e o salto 15, separava os tridents, RG e dinheiro e bora com a galera encarar aquela fila de 1 hora e meia…

Tinha dia de frio, dia de garoa, dia de muito calor. Um tiozinho vendia bebidas na porta, hora era St. Remy, hora era Peepper, hora Martini… Precisava daquele esquenta.

Aí a gente encontrava todos os amigos possíveis naquela fila, primeiro a galera do  Flog (na época que tinha sofá no PUB): David, Lu, Arriete, Flavia, Fiê, Will, Rica, , Eleandro, Giulia, entre outros… depois a galera da família mexicana: , Rafa, Marido, Ronaldo, Van, Talita, , Dan, Thais, Fabi, Tv, Tamara, B1, Luis, Andressa, Bruno, Rórte, Matheus, Leandrinho… e, na hora que abríamos aquela porta preta, aquele ambiente escuro, aquele vento sei lá de onde… Tudo mudava! Era exatamente ali que a gente torceu a semana inteira para estar.

Primeiro rolava aquele social, contávamos as novidades da semana, conferíamos quem estava no local… e quando dava 1h da manhã:

E assim começava a noite interminável, com várias dancinhas até o chão, com risadas, com calor, com música boa e alta, com Adiction…

Minha música “tema” de lá sempre foi “I Believe in a thing called love“, do The Darkness… E o Rafa caiu na besteira de me passar esse link e falar que não tem como não lembrar de mim:

E, pra finalizar, uma montagem porca que vai puxar muitas lembranças na galera:

Família Mexicana

Família Mexicana

 

Ah, que saudades daquela vibe! Daquelas músicas… daquelas pessoas… daquele lugar.








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